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Bolsa brasileira opera volátil de olho no exterior e no dado de serviços; dólar cai

Por Fast Trade
13 janeiro 2022 - 13:22 | Atualizado em 13 janeiro 2022 - 14:57
Créditos: shutterstock.com

A Bolsa brasileira opera volátil nesta quinta-feira (13), refletindo as movimentações no exterior e o desempenho do setor de serviços. Oscilando desde a abertura, o índice geral não mostrava uma tendência definida, apesar da valorização de importantes blue chips, como a Petrobras (PETR3/PETR4) e os bancos.

Lá fora, os mercados internacionais apresentavam variações moderadas ainda repercutindo a inflação nos EUA, que fechou 2021 em 7%, no maior valor em quase 40 anos. Além disso, os investidores também avaliavam o conteúdo do Livro Bege do Federal Reserve.

Apesar de não ter trazido novidades, o documento mostrou que o mercado de trabalho americano desacelerou devido à baixa oferta de mão de obra e não pela ausência de novas vagas. Outro ponto de destaque foi a variante Ômicron, que contribuiu para a leve queda na economia do país no final do ano.

Ao mesmo tempo, no Brasil, o setor de serviços avançou 2,4% em novembro, segundo informou a Pesquisa Mensal de Serviços conduzida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Este dado superou o consenso dos especialistas e evidenciou que o ambiente de negócios está mais aquecido.

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A seguir, as movimentações do pregão na B3:

Maiores altas do índice geral: Marfrig (MRFG3), Santander (SANB11), PetroRio (PRIO3), Petrobras (PETR3) e Itaúsa (ITSA4).

Maiores quedas do índice geral: Locaweb (LWSA3), Méliuz (CASH3), Natura (NTCO3), Raia Drogasil (RADL3), Banco Inter (BIDI11).

Às 13h20 (horário de Brasília), o Ibovespa recuava 0,02% aos 105.682 pontos, registrando um volume financeiro de R$9,174 bilhões.

Dólar tem novo dia de queda reagindo ao fluxo positivo

O dólar comercial caía 0,51% contra o real, na cotação de R$ 5,5070 na venda, reagindo ao fluxo positivo de recursos no câmbio local. Firme em sua trajetória de baixa, a divisa americana se enfraquecia também no exterior, abrindo espaço para a valorização das principais moedas emergentes.

Isto porque, a desaceleração nos níveis de inflação se juntou ao desempenho mais brando dos preços ao consumidor, retirando a pressão sobre uma possível antecipação do aumento dos juros pelo Federal Reserve. Desse modo

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Por fim, no sentido contrário, os juros futuros de curto prazo avançavam, reagindo ao salto no volume de serviços mensurado em novembro. Os vértices intermediários e longos, contudo, acompanhavam a tônica cambial, registrando queda nas taxas.

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