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Bolsa brasileira opera volátil, à espera das decisões de juros dos Bancos Centrais; dólar cai

Por Fast Trade
03 maio 2022 - 14:14 | Atualizado em 03 maio 2022 - 15:39
Movimentações Bolsa de valores
Créditos: shutterstock.com

A Bolsa brasileira opera volátil nesta terça-feira (03), rondando a estabilidade, enquanto o mercado espera as decisões de juros dos Bancos Centrais. Hoje está acontecendo o primeiro dia da reunião de política monetária do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc) nos EUA e do Copom no Brasil.

Em ambos os casos, a expectativa é de aumento na taxa de juros. No entanto, lá fora, a previsão é que o Federal Reserve eleve em 0,5% a taxa básica e ainda dê início ao programa de redução do balanço patrimonial.

Já em relação ao cenário local, os investidores projetam que os dirigentes do BC vão reajustar a Selic em 1%, deixando a porta aberta a novas adições. Nesse sentido, em um cenário de elevados níveis de inflação, o mercado espera que as instituições ajam no sentido de controlar o aumento dos preços.

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Embora a guerra na Ucrânia continue pressionando o custo das commodities no ambiente internacional, ao alterar as taxas, os países conseguem desacelerar o consumo e trazer certo equilíbrio nos preços. Apesar disso, os juros mais altos também geram efeitos negativos, como a limitação dos níveis de crescimento.

A seguir, as principais movimentações na B3:

Top 5 máximas do índice geral: CSN Mineração (CMIN3), SLC Agrícola (SLCE3), Embraer (EMBR3), Azul (AZUL4) e CSN (CSNA3).

Top 5 mínimas do índice geral: JHSF (JHSF3), Cosan (CSAN3), Magazine Luiza (MGLU3), Cemig (CMIG4) e Americanas (AMER3).

Às 14h13 (horário de Brasília), o Ibovespa subia 0,10% aos 106.722 pontos, registrando um volume financeiro de R$ 9,988 bilhões.

Dólar tem pregão de forte queda de olho no contexto internacional

O dólar comercial perdia 1,89% contra o real, na cotação de R$ 4,9770 na venda, refletindo o contexto internacional de maior apetite ao risco. Assim, a divisa americana também perdeu força após o Banco Central realizar um leilão extraordinário de até 20 mil contratos de swap cambial, cuja oferta foi absorvida integralmente.

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Além disso, a perspectiva de elevação de juros no país tende a beneficiar o real, já que torna os rendimentos da renda fixa mais atraentes. Com o diferencial de juros ainda alto em relação ao exterior, certamente, o fluxo de recursos continuará ingressando no mercado doméstico no curto prazo.

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