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Bolsa brasileira opera em queda pressionada por Vale e bancos; dólar cai 1%

Por Fast Trade
29 julho 2021 - 13:20 | Atualizado em 29 julho 2021 - 14:55
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A Bolsa brasileira opera em queda nesta quinta-feira (29), pressionada pela declínio da Vale, dos bancos e da Petrobras, desviando do bom humor de Nova York.

Embora a temporada de balanços tenha trazido resultados positivos, as principais blue chips passavam por um período de correção.

Nesse sentido, especialistas apontam que o atual patamar de 125 mil pontos representa um ponto de forte resistência para o índice geral, de modo que ainda há uma indefinição de tendência no mercado.

Ao mesmo tempo, ficou no radar o relatório do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) mostrando que o país criou 309.114 vagas de trabalho com carteira assinada em junho.

Desse modo, o saldo de contratações do primeiro semestre do ano totalizou 1.536.717 novos empregos, sinalizando que a pior fase da pandemia ficou para trás.

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Enquanto isso, lá fora, as Bolsas internacionais ganhavam força após a divulgação do crescimento de 6,5% no Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA no segundo trimestre. Apesar de ter vindo abaixo das expectativas, ainda reforça a ideia de forte recuperação da maior economia do mundo.

A seguir, as movimentações do pregão na B3:

Maiores altas do índice geral: CSN (CSNA3), Multiplan (MULT3), Iguatemi (IGTA3), Usiminas (USIM5) e Magazine Luiza (MGLU3).

As maiores quedas do índice geral: Pão de Açúcar (PCAR3), Natura (NTCO3), Assaí (ASAI3), Carrefour (CRFB3) e CVC (CVCB3).

Às 13h20 (horário de Brasília), o Ibovespa recuava 0,53% aos 125.622 pontos, registrando um volume financeiro de R$9,999 bilhões.

Dólar tem sessão de forte queda reagindo à decisão do Fed

O dólar comercial opera em queda de 1,23% contra o real, na cotação de R$5,0460 na venda, reagindo á decisão do Federal Reserve de manter a taxa de juros.

Isto porque, o forte apetite ao risco internacional influenciava na depreciação da divisa americana, que alcançava as mínimas no câmbio local.

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Acima de tudo, a postura estimulativa do Fed e o otimismo frente à recuperação econômica contribuíam para o fortalecimento das principais moedas emergentes.

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