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Bolsa brasileira dispara mais de 1% impulsionada pelo setor bancário; dólar cai

Por Fast Trade
11 fevereiro 2022 - 13:45 | Atualizado em 11 fevereiro 2022 - 14:31
ações da b3

A Bolsa brasileira opera em forte alta nesta sexta-feira (11), impulsionada pelos ganhos do setor bancário após o Itaú Unibanco (ITUB4) divulgar os resultados corporativos. No quarto trimestre de 2021, o banco contabilizou um lucro recorrente de R$ 7,16 bilhões, o que representa um avanço de 32,9% na comparação anual.

Os números superaram as estimativas dos analistas e demonstraram a superioridade da empresa em relação aos seus pares no quesito desempenho. Nesse sentido, as perspectivas para este ano reforçaram a tese de margens financeiras ainda mais fortes, apoiadas pela alta da Selic e pelo crescimento nas linhas de crédito.

Além disso, os investidores também repercutiam a agenda de indicadores com a prévia do Produto Interno Bruto (PIB) de 2021. Publicado pelo Banco Central, o Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) subiu 0,33% em dezembro, na comparação mensal.

Apesar de ter avançado, o indicador ficou abaixo das projeções do mercado, evidenciando a desaceleração da economia no final do ano passado. No entanto, no acumulado de 12 meses, o índice registrou alta de 4,5%.

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Enquanto isso, lá fora, as Bolsas de Nova York operam mistas, sem assumir um viés comum, ainda de olho no aumento dos níveis de inflação.

A seguir, as movimentações do pregão na B3:

Maiores altas do índice geral: Itaú Unibanco (ITUB4), Locaweb (LWSA3), IRB Brasil (IRBR3), Itaúsa (ITSA4) e Multiplan (MULT3).

Maiores quedas do índice geral: Usiminas (USIM5), Magazine Luiza (MGLU3), Americanas (AMER3), CSN Mineração (CMIN3), Klabin (KLBN11).

Às 13h44 (horário de Brasília), o Ibovespa subia 1,14% aos 114.658 pontos, registrando um volume financeiro de R$14,765 bilhões.

Dólar tem forte queda com fluxo estrangeiro conduzindo o câmbio

O dólar comercial caía 0,71% contra o real, na cotação de R$ 5,2040 na venda, refletindo o ingresso de fluxo estrangeiro no câmbio local. Mais uma vez, o capital externo conduzia as movimentações por aqui, limitando a demanda pela divisa americana em função da rotação de carteiras.

Da mesma forma, o diferencial de juros entre o Brasil e os demais mercados também aumentou a atratividade da moeda doméstica, elevando o custo do hedge (proteção).

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Por fim, os contratos de juros futuros também registravam queda nas taxas em todos os períodos, reagindo aos dados sobre a atividade econômica. Contudo, o comportamento dos DIs destoava das Treasuries, cujos rendimentos avançavam devido à maior percepção de risco com a inflação.

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