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Bolsa brasileira cai 1,52% com petróleo e variante Delta no radar; dólar dispara

Por Fast Trade
19 julho 2021 - 12:53 | Atualizado em 19 julho 2021 - 14:55

A Bolsa brasileira opera em forte queda nesta segunda-feira (19), reagindo à derrocada do petróleo e à ameaça da variante Delta do Coronavírus.

Em meio à piora da pandemia no Velho Continente, autoridades europeias voltaram a aplicar medidas de isolamento social visando conter a onda de novas infecções.

Além disso, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+) chegaram a um acordo que prevê o aumento na produção da commodity e isso está causando perdas superiores a 6% nos contratos futuros.

Desse modo, a partir de agosto, o cartel elevará a produção em 400 mil barris por dia até o mês de dezembro, no total de 2 milhões de unidades. Para 2022, os países membros devem reavaliar a política de cortes, tendo em vista que haverá um aumento na demanda global.

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Por aqui, com o início do recesso parlamentar, o noticiário corporativo ficou em destaque com a divulgação do planejamento estratégico da Oi e a estreia da Americanas (AMER3) na B3.

A seguir, as movimentações do pregão na B3:

Maiores altas do índice geral: Taesa (TAEE11), Energias Brasil (ENBR3), Marfrig (MRFG3), Assaí (ASAI3) e JBS (JBSS3).

As maiores quedas do índice geral: Americanas (AMER3), Lojas Americanas (LAME4), PetroRio (PRIO3), CSN (CSNA3), Gol (GOLL4).

Às 12h51 (horário de Brasília), o Ibovespa caía 1,51% aos 124.044 pontos, registrando um volume financeiro de R$9,144 bilhões.

Dólar dispara em sessão de forte aversão ao risco

O dólar comercial opera em alta de 1,88% contra o real, na cotação de R$5,2110 na venda, em reação ao clima de aversão ao risco.

Isto porque, o aumento dos casos de infecção na Europa e na Ásia provocados pela variante Delta despertou o sentimento de cautela nos investidores.

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Nesse sentido, a saída de recursos da renda variável para ativos mais seguros demonstrava o momento de incertezas no ambiente global.

Por fim, os contratos de juros futuros anotavam queda nas taxas, acompanhando os rendimentos das Treasuries com vencimento em dez anos, que atingiam o patamar de 1,2%.

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