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Bolsa brasileira avança com reunião do Fomc e conflitos na Europa no radar; dólar cai

Por Fast Trade
25 janeiro 2022 - 13:45 | Atualizado em 25 janeiro 2022 - 14:35
Créditos: shutterstock.com

A Bolsa brasileira opera em leve alta nesta terça-feira (25), repercutindo o primeiro dia da reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc) nos EUA. Além disso, os conflitos na Europa também ganhavam destaque, com as autoridades do velho continente decidindo se haverá a adoção de sanções contra a Rússia.

Para responder a um iminente ataque militar de Moscou à Ucrânia, a União Europeia e a Casa Branca estão articulando ações para evitar um confronto. Até porque, existem questões econômicas que precisam ser avaliadas antes de qualquer decisão sobre uma ruptura do bloco com o governo russo.

Ao mesmo tempo, os investidores estão atentos à reunião de política monetária do Federal Reserve, que teve início hoje e se encerrará amanhã, com a divulgação de uma nova diretriz de condução dos juros.

O mercado acredita que a instituição ainda não dará início à normalização dos juros, contudo, dará informações sobre a atual conjuntura, além de fornecer uma avaliação dos dirigentes. O mercado espera que o Fed continue na trajetória de retirada dos estímulos e antecipe que o fim das compras de ativos acontecerá em março.

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A seguir, as movimentações do pregão na B3:

Maiores altas do índice geral: Cielo (CIEL3), Yduqs (YDUQ3), Santander (SANB11), JHSF (JHSF3) e 3R Petroleum (RRRP3).

Maiores quedas do índice geral: Alpargatas (ALPA4), Assaí (ASAI3), Suzano (SUZB3), CSN (CSNA3) e Méliuz (CASH3).

Às 13h44 (horário de Brasília), o Ibovespa subia 0,32% aos 108.273 pontos, registrando um volume financeiro de R$ 10,707 bilhões.

Dólar perde força e cai com fluxo de estrangeiros

O dólar comercial caía 0,33% contra o real, na cotação de R$ 5,4830 na venda, reagindo à entrada de um fluxo de recursos estrangeiros. Desviando o exterior, a divisa americana se enfraquecia no câmbio local apoiada pelo recente aumento de posições compradas em Ibovespa.

Com isso, a abundância de oferta de moeda saciou a demanda inicial e deu força à recuperação da divisa brasileira. Mesmo assim, analistas apontam que o pregão está volátil, com oscilações em margens estreitas devido à forte alta do dólar nos mercados internacionais.

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Por fim, os contratos de juros futuros faziam a trajetória contrária e avançavam, precificando uma postura mais rígida do Fed em relação à política monetária. Desse modo, os trechos intermediários e longos registravam maior adição de prêmio de risco, com a curva retomando os níveis de inclinação.

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