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Bolsa brasileira avança com commodities, em pregão de baixa liquidez; dólar desaba

Por Fast Trade
21 fevereiro 2022 - 13:59 | Atualizado em 21 fevereiro 2022 - 15:25

A Bolsa brasileira iniciou a semana em território positivo, apoiada pelas empresas do setor de commodities, enquanto os investidores monitoravam as tensões na Ucrânia. Apesar do otimismo local, o índice geral fazia um pregão de baixa liquidez devido ao feriado do Dia dos Presidentes nos EUA.

Sem a referência americana, o mercado doméstico se atrelava às questões internas e à valorização dos contratos futuros de petróleo e de minério de ferro, que atuavam como um suporte.

Além disso, é grande a expectativa pela votação no Congresso do pacote de medidas que tem o objetivo de conter o aumento desenfreado nos combustíveis. Desse modo, a deliberação do projeto deve acontecer amanhã ou na próxima quarta-feira (23).

Lá fora, o conflito no leste europeu se acentuou após a Rússia informar que atacou carros de guerra ucranianos que tentavam atravessar a fronteira. Ao mesmo tempo, o presidente americano, Joe Biden, disse que o governo russo autorizou uma invasão ao país vizinho, tendo como objetivo alvejar a capital Kiev.

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Apesar disso, o presidente da França, Emmanuel Macron, organizou uma reunião entre os líderes dos EUA e da Rússia, para discutir a segurança e a estabilidade do continente europeu. Por um lado, a Casa Branca aceitou o convite, mas por outro, Moscou não confirmou a participação neste encontro.

A seguir, as movimentações do pregão na B3:

Maiores altas do índice geral: Sabesp (SBSP3), Rumo (RAIL3), 3R Petroleum (RRRP3), PetroRio (PRIO3) e CSN (CSNA3).

Maiores quedas do índice geral: Americanas (AMER3), Lojas Renner (LREN3), Positivo (POSI3), Cielo (CIEL3), Natura (NTCO3).

Às 13h58 (horário de Brasília), o Ibovespa subia 0,20% aos 113.101 pontos, registrando um volume financeiro de R$6,470 bilhões.

Dólar desaba quase 1% com fluxo estrangeiro e exterior no radar

O dólar comercial caía 0,97% contra o real, na cotação de R$ 5,0910 na venda, refletindo a entrada de fluxo de capital estrangeiro no câmbio, apesar do mau humor no exterior. Nesse sentido, a divisa americana perdia terreno no mercado local, também, em virtude do feriado nos EUA.

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Por sua vez, o feriado nos EUA também está limitando as negociações por aqui, acentuando o movimento de valorização do real. Isto porque, com a taxa Selic elevada e os juros futuros em queda, os investidores optam por reduzir posições compradas, até porque, o custo do carregamento normalmente é alto.

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