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Bitcoin negocia abaixo de US$30 mil pela primeira vez desde janeiro

Por Fast Trade
22 junho 2021 - 14:52 | Atualizado em 22 junho 2021 - 15:50
3 cuidados necessários ao fazer investimentos em criptomoedas

Acompanhando o declínio das criptomoedas, o Bitcoin está negociando abaixo de US$30 mil pela primeira vez desde 21 de janeiro deste ano.

Com oscilação no seu valor, a moeda chegou a alcançar US$ 33.200 durante a manhã de hoje, mas não sustentou e caiu para a faixa de US$28 mil. Convertendo para a moeda brasileira, a criptomoeda caía 9%, aos R$ 150.539.

Assim, um dos motivos para essa instabilidade é que governo da China continua pressionando mineradores e empresas ligadas a criptoativos, com o objetivo de aumentar as controle das operações.

Com isso, grande parte das moedas digitais estão registrando queda, em um recuo de quase 11% no valor total do mercado, somando US$1,2 trilhão.

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Entre as moedas mais relevantes, está o Ethereum, que liderava as perdas da sessão anotando um declínio de 14,2%, cotado a US$1.719. A Binance Coin também caía 25%, a US$230,42.

Além disso, a Dogecoin perdeu sua posição de 7ª maior criptomoeda, após desvalorizar mais de 27% no ano, totalizando perdas de 48% somente nos últimos sete dias.

Acima de tudo, a crise das moedas digitais foi impulsionada pela orientação do Banco Central chinês sobre o enrijecimento da fiscalização das operações e criptomoedas. Desse modo, as instituições financeiras deverão monitorar e acompanhar de maneira mais eficaz o comércio do ativo.

Posicionamento da China quanto aos ativos sujeitos à especulação

Desde 2017, o governo da China definiu que as exchanges não poderiam atuar no território, mesmo as plataformas de balcão (OTC) já estão proibidas de operar.

Para Bobby Lee, chefe do aplicativo de carteira de criptomoedas Ballet e ex-presidente da BTC China, esse posicionamento invalida a comercialização das moedas digitais. “Isso basicamente diz que agora as transações OTC não são legítimas” – disse o executivo.

Nesse sentido, outro ponto de atenção é referente à perseguição aos mineradores da província de Sichuan, que, durante o final de semana, tiveram suas atividades interrompidas.

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De acordo com o jornal Global Times, mais de 90% da capacidade de mineração de bitcoin na China será encerrada por deliberação governamental.

Por  fim, o objetivo das autoridades chinesas é acabar com a mineração de criptoativos em meio a preocupações com seu consumo excessivo de energia.

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