Criptomoedas

Bitcoin acompanha o mercado acionário e sobe recuperando a faixa de US$ 43 mil

Por Fast Trade
20 janeiro 2022 - 16:23 | Atualizado em 20 janeiro 2022 - 17:38

Depois de passar por um período de expressiva queda, o bitcoin operava em alta, acompanhando o movimento positivo do mercado acionário. Da mesma forma, as demais criptomoedas se valorizavam, formando uma recuperação em bloco dos ativos deste segmento.

Na visão dos analistas, a moeda digital está preservando uma importante região de suporte – faixa de US$ 40 mil –, que é vista como crucial para iniciar uma nova trajetória de alta no curto prazo.

Às 16h22 (horário de Brasília), o bitcoin subia 1,29% na cotação de R$ 233.912 (ou US$ 43.317), ao passo que o Ethereum avançava 2,55% no preço de R$ 17.606 (ou US$ 3.260).

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Apesar disso, os investidores ainda estão cautelosos em relação ao ativo, devido às incertezas frente ao aumento dos juros pelo Federal Reserve. Cada vez mais correlacionada com a renda variável, sobretudo, referente ao setor de tecnologia, as criptomoedas podem ser impactadas pelo cenário macroeconômico.

O bitcoin, acima de tudo, vem contrariando a tese de ativo para reserva de valor, pois, está se mostrando bastante suscetível à volatilidade do contexto. Ou seja, a apreciação do dólar, a inflação e as turbulências em âmbito político e econômico tendem a influenciar na formação de seu valor.

“Ativos de risco, como criptomoedas, serão vendidos ou sofrerão um pouco de rotatividade à medida que o mercado se ajusta a um ambiente macro diferente” – disse o fundador e CEO da Osprey Funds, Greg King.

Desafios do segmento: Rússia deseja proibir mineração e comércio das criptomoedas

O Banco Central da Rússia divulgou um projeto que visa proibir o uso, o comércio e a criação de criptomoedas em todo o território do país. A terceira maior potência em mineração de ativos digitais também planeja coibir a prática, alegando que este segmento carrega, em si, um esquema de pirâmide que prejudica a soberania da política monetária.

“Os riscos potenciais de estabilidade financeira associados às criptomoedas são muito maiores para os mercados emergentes, inclusive na Rússia” – informou a autoridade russa.

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Moscou vem se posicionando nesse sentido, pois o governo já proibiu o uso das moedas digitais para realizar pagamentos e o BC agora solicitou a responsabilização dos indivíduos e empresas que desrespeitarem as regras.

Com isso, acredita-se que este segmento deve passar por muitos desafios nos próximos períodos, apesar de as perspectivas se mostrarem favoráveis à sua valorização. Muitas casas de análise acreditam que o bitcoin alcançará os US$ 100 mil até o final de 2022.

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