Economia

Atividade econômica mostra sinais de recuperação parcial, avalia o BC

Por Fast Trade
14 agosto 2020 - 16:00 | Atualizado em 14 agosto 2020 - 17:22
atividade econômica (prévia do PIB); Banco Central
Foto: Arquivo Istoé

De acordo com o Boletim Regional do Banco Central, os indicadores da atividade econômica brasileira estão mostrando sinais de recuperação, embora de forma desigual.

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Na avaliação da instituição, os segmentos que foram mais abalados pelo distanciamento social, medida tomada para evitar a propagação do coronavírus, seguem bastante deprimidos.

Na esteira da ponderação, o BC destacou a recomposição de renda gerada pelos programas emergenciais comandados pelo governo federal, como o auxílio emergencial, por exemplo.

Assim, embora já seja possível mensurar os impactos iniciais da pandemia, a incerteza sobre o ritmo de recuperação da atividade econômica permanece acima do usual.

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“Regionalmente, os impactos econômicos da pandemia foram relevantes e de intensidade relativamente semelhante, com exceção do Centro-Oeste, que registrou efeitos menos pronunciados” do que o observado no país, conforme o sumário executivo da nota divulgada nesta sexta-feira (14).

​Clique para ler o boletim do Banco Central e para acessar informações complementares que estão disponíveis nas séries históricas de economia regional.​

IBC-Br sobe 4,89% em junho, mas cai 10,94% no segundo trimestre

Além disso, a autoridade monetária divulgou dados recentes da prévia do Produto Interno Bruto (PIB), o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br).

Segundo os dados apresentados hoje, o IBC-Br avançou 4,89% na passagem de maio para junho, mas registrou queda de 10,94% no acumulado do 2T20.

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Embora tenha ficado levemente abaixo do que a expectativa de especialistas compilada pelo consenso da Bloomberg, que apontava um salto de 5,03%, o resultado de junho marca o segundo mês de recuperação do indicador após forte retração da atividade econômica que foi abalada pela pandemia da Covid-19. Na medição anterior, o indicador subiu 1,31%.

Em contrapartida, na comparação de junho 2020 com junho de 2019, o IBC-Br anotou uma queda de 7,05%, contra uma projeção de 7% da Bloomberg.

Clique para acessar o IBC-Br de junho de 2020.

Confiança do empresário cresce; a do consumidor cai, mostra FGV

Índice de Confiança Empresarial cresceu 5,8 pontos na prévia de agosto, marcando 93,3 pontos em uma escala de 0 a 200 pontos, puxado principalmente pela indústria (8,8 pontos) e comércio (10,2), segundo a FGV.

Já o Índice de Confiança do Consumidor recuou 3 pontos, para 75,8 pontos, na mesma prévia.

Por fim, o Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) subiu 2,53% em agosto e acumula alta de 9,24% no ano e +11,84% em 12 meses.

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