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Anúncio de recompra de ações chega a 26 empresas em meio à queda do Ibovespa no 1T20

Por Bruna Santos
06 abril 2020 - 10:03
Mesmo com a alta já vista ontem, há fôlego para mais um dia de otimismo. Com um olho no cenário externo positivo e outro nas propostas do presidente eleito, Jair Bolsonaro.

26 empresas adotaram uma estratégia para o período que a cotação de suas ações está baixa: a recompra de ações.

Esse número foi contabilizado apenas no primeiro trimestre de 2020 pelas empresas listadas na B3, salto apoiado na queda de 37% do Ibovespa contabilizada entre janeiro e março. No mesmo período de 2019, apenas 9 programas de recompra de ações foram registrados.

Com possibilidade de ocorrer de forma esporádica ou regular, esse programa não precisa necessariamente efetivar as aquisições.

Agora, contudo, isso pode acontecer diante do derretimento da Bolsa de Valores brasileira.

Um dos indicadores de que a empresa recomprará suas ações é um possível dinheiro em caixa ou reserva de capital.

Confira quais foram as empresas que anunciaram a recompra de ações no 1T20 segundo a CVM:

Ânima (6,4 milhões ONs); Arezzo (4,5 milhões ONs); B3 (21,7 milhões ONs); Banco BMG (10,7 milhões ONs); Banco Inter (13,4 milhões ONs e 29,5 milhões PNs); BRF (7,5 milhões ONs); Cielo (4 milhões ONs); CEEE (68,9 mil ONs e 75,3 mil PNs); Cosan (10 milhões ONs); CSU Cardsystem (3 milhões ONs); Cyrela (4,9 milhões ONs); Eztec (9,6 milhões ONs); Hapvida (21,7 milhões ONs); Hering (835,5 mil ONs); IRB (41,9 milhões ONs); JBS (156,8 milhões ONs); Linx (8,1 milhões ONs); Log (4 milhões ONs); M.Dias Branco (8,5 milhões ONs); MRV (15 milhões ONs); Notre Dame Intermédica (3,4 milhões ONs); PGB/Portobello (3,9 milhões ONs); Porto Seguro (5 milhões ONs); Renner (8 milhões ONs); Trisul (5 milhões ONs) e, por fim, Tupy (235 mil ONs).


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