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“A economia está parada à espera das reformas”, afirma Guedes sobre retração da economia

Por Pablo Vinicius Souza
31 maio 2019 - 09:50
ministro da Economia, Paulo Guedes

O ministro da Economia, Paulo Guedes, mencionou na última quinta-feira (30) medidas de estímulos ao crescimento econômico, defendidas pelo governo.

Dentre elas, o governo planeja liberar saques de contas ativas e inativas do Fundo de Garantia de Tempo de Serviço (FGTS), a fim alavancar a volta do crescimento.

Segundo apurações realizadas pelo Estadão/Broadcast, essa medida tem potencial para injetar R$ 22 bilhões na economia.

Guedes reforçou, contudo, que a reação da economia só será sentida após a aprovação da reforma da Previdência.

Além de mais uma vez demonstrar confiança no resultado das “reformas estruturais” como guia para a retomada de um “crescimento sustentável” ao Brasil, o ministro esclareceu que o governo já contava com a economia estagnada neste primeiro trimestre.

“Nós precisamos das reformas exatamente para retomar o crescimento”, disse ele, destacando que a reforma previdenciária deve ser “a primeira delas”.

“Vai dar um horizonte de estabilidade fiscal de 15, 20 anos”, justificou.

Sem entrar muito em detalhes, Guedes já havia alertado para uma “enxurrada de notícias boas” mediante a aprovação da Nova Reforma.

Agora, destacou a reforma tributária, mas também o “choque de energia barata”, que prevê mudanças para o setor, assim como revisões na distribuição de recursos entre Estados e municípios.

“O sonho do crescimento está ao alcance das nossas mãos, basta reformas”, disse o ministro.

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