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1T22: Hapvida anuncia lucro ajustado 69,9% menor e queda de 11,3% no Ebitda

Por Fast Trade
17 maio 2022 - 11:57 | Atualizado em 17 maio 2022 - 13:39
Hapvida

A Hapvida (HAPV3) reportou os resultados do 1º trimestre de 2022 com lucro ajustado de R$ 78,1 milhões. Com isso, a empresa registra queda de 69,9% sobre igual período de 2021. Soma-se a isso o Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) que totalizou R$ 414 milhões, com queda de 11,3% na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior.

No caso, a margem Ebitda ajustada da Hapvida atingiu o percentual de 8,6% o que demonstra queda de 11,5 p.p. sobre a mesma etapa de 2021. Mas, a receita líquida somou R$ 4,841 bilhões no trimestre em questão, apontando alta de 108,4% frente ao mesmo período do ano anterior.

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Contudo, o resultado financeiro fechou negativo com a soma de R$ 171,5 milhões, demonstrando aumento de 475% nas perdas em comparação a igual trimestre de 2021.

As despesas administrativas da Hapvida totalizaram R$ 470, 3 milhões, o que representa um aumento de 101,8% na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior. Entretanto, o lucro bruto somou R$ 1,12 bilhão com crescimento de 39,9%. Já a margem bruta fechou em 23,1% demonstrando queda de 11,3 p.p. sobre igual etapa de 2021.

Mais sobre o 1T22 da Hapvida

Segundo a Hapvida os resultados já inclui a combinação com a Notre Dame Intermédica (GNDI3), e atribui os números negativos de Ebitda à pandemia. Assim, entre os dados,  o índice de sinistralidade avançou 11,8 p.p. ao atingir 72,9%.

Mas, se excluir os custos atribuídos à Covid-19, o impacto devido ao reajuste de planos individuais e os índices de sinistralidade dos novos negócios adquiridos, o índice de sinistralidade de caixa fecharia em 67,1% – considerado em linha com o histórico da empresa.

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Nesse sentido, a Hapvida afirmou que se mantém eficiente no gerenciamento de despesas com as vendas, cujo percentual foi de 6,8%. Por fim, vale dizer que o endividamento bruto da empresa totalizou R$ 11,8 milhões, sendo que para o trimestre em questão o saldo de financiamentos, empréstimos e debentures fechou em R$ 10,8 bilhões.

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